USP inaugura máquina que pode facilitar diagnósticos de câncer


     O Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) inaugurou nesta segunda-feira um equipamento de pesquisa nuclear que permite "enxergar" a atividade de moléculas tumorais em animais antes mesmo de elas formarem um pequeno tumor. O estudo pode facilitar diagnósticos de câncer em humanos no futuro, desde as suas fases iniciais. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
     A máquina, que custou R$ 6,5 milhões ao Estado, também vai auxiliar no teste de novos e mais eficazes medicamentos contra o câncer ainda em fase molecular. Inédito no país, o equipamento reúne três tipos de técnica para a produção de imagens em alta definição, permitindo um acompanhamento das moléculas cancerígenas e um tratamento para a doença. Quando combinados, os métodos conseguem localizar as moléculas tumorais e mostrar a sua atividade em detalhes. Além da oncologia, a máquina poderá contribuir também em outras áreas, como diagnósticos neurológicos por imagem cerebral. 

Transtorno Bipolar

     O transtorno bipolar é uma doença mental em que o paciente alterna estados de euforia e depressão, além de fases de "normalidade" intercaladas. A causa exata é desconhecida, mas os cientistas acreditam que esteja ligada à genética - segundo a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar, 50% dos portadores da doença apresentam pelo menos um familiar afetado. Há dois tipos de transtorno bipolar: o I, que é a doença propriamente dita, e o II, em que os episódios de depressão e hipomania (versão mais leve da mania, como é chamada a fase de euforia) são mais curtos e mais espaçados entre si. O primeiro tipo atinge cerca de 1% da população e fica no 10º lugar entre os transtornos mentais mais comuns (veja tabela abaixo). O segundo tipo atinge cerca de 8% da população. "O tratamento depende da fase e da gravidade e sempre envolve medicamentos, em geral estabilizadores de humor", explica o psiquiatra Eduardo Pondé, professor-adjunto do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA. Mas só remédio não basta: é preciso tratamento psicológico para ajudar o paciente a aceitar e controlar a doença.

DSEI Guamá-Tocantins tem nova gestão.


A Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (SESAI) apresentou na manhã desta sexta-feira (23) a nova gestora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Guamá-Tocantins (PA). A nutricionista e epidemiologista Danielle Soares Cavalcanti assume a gestão com a tarefa de organizar processos de trabalho, coordenar a atuação de profissionais em campo e de articular, junto aos estados e municípios cobertos pelo DSEI, ações pactuadas que promovam a assistência integral às comunidades indígenas.

“A minha prioridade será trabalhar com planejamento, buscando meios para que os indígenas tenham acesso não somente aos serviços assistenciais, como também acesso às ações preventivas. Para isso vamos trabalhar para que os servidores se sintam mais motivados e preparados, atuando com planejamento e resolutividade”, disse a nova chefe do DSEI, Danielle Cavalcanti, que assume a vaga deixada por Coracy Lima.

A apresentação da nova gestora foi feita pela chefe de Gabinete da SESAI, Verbena Melo, durante reunião  que aconteceu na sede do próprio distrito, em Belém. Verbena destacou o importante trabalho realizado pela antiga gestão e ressaltou o novo momento vivenciado na Saúde Indígena em todo país. “Estamos caminhando por todo o Brasil, visitando os 34 DSEIs e realizando uma avaliação criteriosa do trabalho desenvolvido em cada um deles. Temos uma dívida histórica com os povos indígenas e não podemos mais cometer equívocos na saúde indígena”, frisou Verbena Melo.

A chefe de Gabinete da SESAI reforçou a importância de um acompanhamento mais rigoroso por parte da gestão para que os serviços alcancem as metas e sejam mais efetivos. “O papel do gestor do DSEI vai além do trabalho diário em sua sala. Ele deve dialogar com municípios e estados para articular ações que promovam o cuidado integral. Ele precisa visitar aldeias, Polos Bases, CASAIs (Casa de Saúde do Índio), e fiscalizar o trabalho em campo das equipes multidisciplinares”, destacou Verbena Melo.

Neste sábado (24), a comitiva da SESAI segue para o município de Marabá (PA) para conferir in loco as condições de funcionamento do Polo Base de Saúde e da CASAI. Durante a visita está prevista também uma reunião com lideranças indígenas.


Nova gestão
A paraense Danielle Cavalcanti é formada em nutrição e epidemiologia pela universidade Federal do Pará (UFPA) e possui larga experiência em gestão na saúde, desde 1997. Foi secretária Adjunta da Secretaria de Saúde do Pará e chefiou a Divisão de Ações da Secretaria Municipal de Saúde de Belém. Também atuou como consultora do Ministério da Saúde no Departamento de Apoio a Descentralização e atualmente leciona na Universidade Estadual do Pará (UEPA).
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=1708

Isobutanol: uma promessa de biocombustível proveniente da celulose



    Cientistas da Universidade da Califórnia e do Laboratório Nacional de Oak Range desenvolveram bactérias manipuladas geneticamente para converter celulose em isobutanol, um combustível tão potente quanto o etanol e a gasolina mas com a vantagem de ser produzido de biomassa simples, como o capim. O único incoveniente é que, nos testes preliminares, o isobutanol danificou algumas partes dos motores que precisaram ser modificados para melhorar a performance.

   Porém, essa é uma prova que o futuro dos biocombustíveis está sendo escrito lentamente e acena  para a probabilidade dos automóveis atuais movidos a combustível fóssil (p.ex.: diesel e gasolina) perdurem por bem mais tempo do que se imagina. Isso é bom por um lado, mas péssimo por outro uma vez que é sabido que esse tipo de motor piora enormemente a qualidade do meio ambiente.

Para saber mais:
http://tinyurl.com/3stt8pw

FRASE DO INDIO


"Somente após a última árvore ser cortada. Somente após o último rio ser envenenado. Somente após o último peixe ser pescado. Somente então o homem descobrirá que dinheiro não pode ser comido!!"

AMAR

 "Amar: Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer... E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei, e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei... O amor é quando a gente mora um no outro". Queria Ter A Certeza....,Sempre..., Que Me Tens No Seu Coração.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
                                         Mário Quintana

A VIDA SEM DOR

Os portadores de duas doenças raras - a analgesia congênita e a síndrome da neuropatia sensitiva autonômica hereditária - são total ou parcialmente insensíveis à dor. Essas duas enfermidades são de origem genética e se caracterizam pela falta de sensibilidade dos nervos periféricos, responsáveis por transmitir as sensações de dor para a medula espinhal e, daí, para o encéfalo. Mas, se você pensa que as pessoas com essa condição levam vantagem sobre as demais - que passam a vida a sentir as dores mais variadas, como a topada de um dedão (ai!) -, está redondamente enganado. De acordo com os especialistas, a dor é uma reação vital de alerta do organismo, servindo para nos proteger de agressões do meio, que poderiam ser fatais. Nesse sentido, quando sentimos uma dor, reagimos de forma a nos afastar da fonte que a está causando. Já os portadores dessas síndromes não. Como não têm o sinal de alerta do corpo, eles se machucam, sofrem fraturas e queimaduras com mais frequência, além de apresentarem infecções que só são detectadas em estágio avançado. Para piorar, a insensibilidade à dor costuma vir acompanhada de outros problemas, como dificuldade de deglutição, perda auditiva, apneia (falta de ar) e atraso no desenvolvimento mental.